Top Animes por Temporada

Top 20 Animes da Temporada de Outono 2016

A equipa deseja-vos um ótimo ano novo e que melhor maneira temos para o fazer do que trazer-vos um novo Top Animes Recomendados! Tendo em consideração as séries que acompanhámos durante a temporada passada, a equipa do Anihome apresenta o seu TOP 20 Animes Recomendados da Temporada de Outono de 2016.

 

20. Nanbaka

Nanbaka é um anime do estúdio Satelight e que, para ser sincero, foi uma desilusão. Este anime atraiu muitas atenções (incluindo a minha) através de cores vibrantes e a apresentação de uma premissa interessante. A premissa interessante é termos um anime protagonizado por um grupo de quatro prisioneiros bastante especiais, cada um com a sua especialidade, que conseguem escapar de qualquer estabelecimento prisional e que agora se encontram presos na prisão de onde é impossível sair.

O grande problema deste anime (e o motivo pelo qual me decepcionou) é o facto de ter fugido da sua premissa inicial e de ter tentado ser aquilo para o qual não foi inicialmente pensado. Realmente, temos nos primeiros episódios o prometido: um anime de comédia (apesar de ser um pouco aborrecida de tão genérica) episódico mostrando o grupo protagonista a tentar escapar da formidável prisão. Mas passados esses primeiros episódios a série começa a desviar-se do seu ponto principal e tenta tornar-se num anime de acção e mistério. Começamos a ter personagens com super-poderes, deixa de haver praticamente comédia e o anime começa a ganhar um tom mais sério mas, ao contrário de Flip Flappers, não é gradual e é mal conseguido.

A arte de Nanbaka não é nada demais. O seu ponto forte no campo artístico é claramente a paleta de cores vibrantes que chamam bastante à atenção. Os personagens entretêm até certo ponto, pois o facto de estes terem habilidades especiais acaba por não contribuir para nada para a história porque eles quase nunca tentam fugir da prisão. Os guardas, no entanto, acabam por ter mais personalidade do que alguns dos prisioneiros e mesmo sem tanto screen time conseguem ficar na nossa memória, como o guarda Yamato Godai e a directora Hyakushiki.

No campo musical o anime também não se destaca por aí além, tendo uma banda sonora completamente banal. Apesar de tudo, o opening de Nanbaka é algo que fica no ouvido e diria que é um dos melhores da temporada.

Escrito por António Santos


19. Mahou Shoujo Ikusei Keikaku

A melhor maneira que consigo pensar para descrever Mahou Shoujo Ikusei Keikaku é a seguinte: pensem na temática de Mahou Shoujo Madoka Magica mas juntem-lhe a quantidade desnecessária de personagens e o anti-climatismo de Mayoiga e metam-nas a jogar numa aplicação para telemóvel que os arrasta para a premissa de Mirai Nikki. Essa mistura toda resulta em Mahou Shoujo Ikusei Keikaku, um anime do estúdio Lerche que tentou surpreender-nos com um “wow este não é um clássico anime de Mahou Shoujo” mas que falhou completamente porque para além de ser demasiado óbvio sobre as suas intenções, decidiu logo nos primeiros segundos do anime mostrar a brutalidade do mundo das garotas mágicas. TL;DR: é um anime onde são colocadas uma data de raparigas mágicas que têm de se matar umas às outras para sobreviver.

No entanto, a premissa poderia ainda ser bem sucedida pois este tipo de anime atrai muita gente que se iniciou agora na aventura que é o mundo do anime. É claro que depois de um tempo acabam por pensar que afinal este anime que eles achavam tão bom ao inicio afinal é um completo genérico sem sal.

Os personagens são diversificados e acabam por ser o ponto mais forte do anime (meh). Apesar de muitos simplesmente nos passarem ao lado pois não se destacam em nenhum aspecto e é como estivessem simplesmente lá (como a personagem principal) existem alguns que sempre nos conseguem dizer alguma coisa como a Top Speed e o par da Sister Nana com Winterprison.

A animação e a arte deste anime não é nada de especial e não existe nada de grande destaque no campo musical, a não ser talvez o ending que é a única coisa que talvez valha a pena esperar pelo final de cada episódio.

Escrito por António Santos


18. Okusama ga Seito Kaichou! +!

Okusama ga Seito Kaicho! +! é a continuação da primeira temporada do anime Okusama ga Seito Kaicho! (duh). Este é um ecchi com dez minutos por episódio do estúdio Seven baseado num mangá com o mesmo nome e continua a história de Izumi, um rapaz que está noivo da presidente do concelho estudantil e tem de manter segredo para a escola não descobrir. Típico dos animes deste género, Izumi não tem apenas uma concorrente e rapidamente se forma um harém à volta do pobre coitado que só quer viver a sua vida em paz.

Este anime continua bastante consistente desde a sua primeira temporada, e ao contrário de muitas séries do género, este até é capaz de fazer o espectador esboçar um sorriso. Para além de vários altos e baixos que vão acontecendo na vida de Izumi, este anime mantém-se interessante pois o erotismo tem um sentido e está bem feito, em vez de ser simplesmente um circo de panty shots despropositados. Outra coisa interessante é o facto de Izumi perder o auto-controlo para os seus desejos, algo simples e que não aparece em muitos ecchi.

Os personagens são genéricos. É um harém com todo o tipo de rapariga para puder agradar a todos, nada de novo aqui. A animação deste é mediana mas existe um bom trabalho no campo do voice acting. A arte também se destaca um pouco através de cores vivas e um design de personagem interessante com um desenho bonito.

Escrito por António Santos


17. Gi(a)lish Number

Gi(a)lish Number (Girlish Number) é um anime do estúdio Diomedea, baseado num light novel. Sem muitas surpresas, este anime não saltou à vista pelo seu maravilhoso conteúdo. Esta série tenta mostrar como funciona o mundo das seiyuus e aproveita para “atacar” a indústria da animação através de personagens que simbolizam a generalidade das produtoras. Apesar da sua onda satírica, o anime é episódico e vai mostrando não só o quotidiano “profissional” das seiyuus mas vai também mostrando graças de uma tentativa de character development

O character development, como as próprias personagens não são, de todo, interessantes. Confesso que, sinceramente, não sei se será parte da sátira (excluindo a protagonista Chitoge, que faz, claramente, parte) ou se escolheram fazer simplesmente uma personagem para cada modelo genérico de rapariga moe. Nisto tudo, a única personagem que tem o seu interesse é realmente a protagonista Chitoge, uma rapariga que tem uma personalidade horrível e que não tem quase qualidades nenhumas para o seu trabalho. Ela representa um aglomerado dos defeitos que muitas seiyuus têm. É, também, uma excelente fonte de smugs.

No final das contas, o anime acaba por não ter muito conteúdo e apenas mostra mais do mesmo, episódio atrás de episódio, e aquilo que até poderia ter piada ao início acaba por se tornar aborrecido. Mas apesar do conteúdo ficar a desejar o mesmo não se pode dizer da área dos visuais. O anime conta com um belíssimo trabalho de direcção, animação, desenho e cores. Na minha opinião, é um dos melhores visuais da temporada mas, infelizmente, não compensa o vazio deixado pelo guião. Agora, se não se interessarem por conteúdo e quiserem apenas um espetáculo visual então não há problema.

Escrito por António Santos


 

 16. Ajin 2nd Season

Ajin teve uma segunda temporada! É boa? Não. É melhor que a primeira temporada? Também não.

A história em si é bem mais interessante esta temporada, com alianças improváveis e nobres sacrifícios para capturar o terrorista Sato e os seus seguidores a todo o custo. Apesar de mais interessante, esta parte da história acaba por ser pior executada, havendo muitas pontas soltas (principalmente no final, não dando bem a entender se o último episódio está a dar a dica que vai haver uma terceira temporada ou não).

As personagens são praticamente as mesmas que na primeira temporada, sendo que existe mais foco no cast secundário que no principal, resultando numa notável falta de desenvolvimento por parte de Kei que não passou despercebida, apesar das oportunidades que o plot dava (simplesmente davam a ilusão que ele tinha evolução).

A animação não melhorou muito desde a temporada passada, sendo que o departamento do som piorou substancialmente.

Não recomendo, a não ser que tenham visto a primeira temporada e sejam demasiado preguiçosos para ler o mangá (mas acho que lendo safam-se melhor, pelo menos não tinham de levar com o CGI).

Escrito por MurasakiHime


15. Drifters

Drifters foi alvo de grande hype ainda antes da temporada ter começado, em grande parte devido ao criador do mangá do qual foi adaptado, Hirano Kouta, ser também o autor do popular Hellsing. Tal como Hellsing, Drifters tem um estilo de arte e comédia bastante característico, que ou se gosta ou não se gosta (eu, pessoalmente, não sou grande fã do estilo e muito menos da comédia).

Este anime é mais um Isekai (tipo de anime em que o personagem é levado para outro mundo) em que cujas as personagens transportadas (drifters) têm de lutar numa guerra… (porque sim), contra outras personagens transportadas de outras épocas no tempo (ends), pelo controlo do reino… (acho eu…). O conflito entre as duas fações na guerra falha pela falta de explicação e motivos, sendo que a rapidez com os personagens dos dois lados aderem às respectivas causas é muito pouco convincente.

Como deve dar para perceber, a história não é o ponto forte de Drifters. É demasiado cliché em demasiadas coisas, sendo que o timing da comédia ainda piora o fluxo da pouca narrativa que existe.

O conceito não é original e o anime sofre com isso, dando um tiro no pé ao tentar construir um mundo de fantasia repescando elementos de várias obras (como Tolkien), acabando por não ter personalidade. Mas, então, e as personagens? Talvez essas salvem o anime? (Não, não salvam).

As personagens também são em tudo genéricas e desinteressantes. O anime joga a carta das personagens serem figuras históricas mundiais, só que são principalmente japonesas que não-japoneses não conhecem, arruinando um pouco o impacto que teriam.

Tecnicamente, Drifters também não é nada de especial. A animação é mediana, não beneficiando da paleta de cores muito escuras e saturadas. A música não adiciona nada de especial ao anime, sendo genérica e muito pouco memorável.

É verdade que o anime acabou com a promessa de uma segunda temporada, contudo com os problemas básicos ao nível do setting e das personagens que esta temporada tem, duvido que a segunda seja muito melhor.

Recomendo Drifters apenas a fãs de Hellsing, pois pode ser que tirem mais prazer do art style e da comédia do que eu tirei.

Escrito por MurasakiHime


14. Shuumatsu no Izetta

Shuumatsu no Izetta conta-nos a história de uma segunda guerra mundial alternativa introduzindo poderosas bruxas no campo de batalha, que trazem uma nova perspectiva bélica ao pequeno país de Elystadt (Áustria), prestes a ser derrubado pelo império da Germania (Alemanha Nazi).

Caímos de paraquedas em Elystadt, onde conhecemos a jovem princesa Ortofiné Fredericka von Elystadt (Finé para os amigos) e a sua amiga de infância Izetta, uma bruxa com poderes fantásticos. Com o agravar da guerra e a morte do seu pai, cabe a Finé liderar e defender o seu país, com a ajuda de Izetta (dedicada a Finé como cobrança de uma dívida antiga). Ambas vão dar o seu melhor para proteger Elystadt contra a implacável Germania.

O setting  de Shuumatsu no Izetta é velho e aborrecido, tendo sido feito mil vezes, a maior parte das quais mil vezes melhor. Não há grande apelo nas personagens nem no que elas tentam defender, sendo as motivações bastante genéricas e previsíveis, o que faz com que o cast principal seja incrivelmente desinteressante. A melhor personagem na série é, de longe, Arnold Berckmann que mudando de lados quando mais lhe convém é a melhor representação do que é ser apanhado no meio de uma guerra e estar disposto a tudo para sobreviver.

Por falar em representações de guerra, este anime não é um bom exemplar. Tentativas de manobras evasivas de modo a fazer joguinhos psicológicos com o inimigo não funcionam numa guerra deste escalão (nem em Joker Game funcionavam, e ai só havia um máximo de 10 pessoas envolvidas de cada vez), e isso é algo que os escritores não parecem perceber quando parece que Finé faz o papel de figura pública, governante e política, e chefe militar.

Fora da história e personagens, Shuumatsu no Izetta também não tem muito que se lhe diga. A música é genérica e a animação é mediana, mas mesmo assim muito inconsistente sendo que, na maioria das vezes, as personagens estão fora do modelo. O estúdio Ajia-Do tentou seguir um estilo tipo o de A-1 Pictures, mas a falta de consistência na qualidade da animação e no desenho das personagens é demasiado notável saltando, muitas vezes, mais à vista os erros do que a ação que se passa em cena.

Não recomendo, a não ser que haja algum fetiche estranho com raparigas que montam espingardas anti-tanque.

Por MurasakiHime


13. Show By Rock!! #

Show By Rock está de volta com uma segunda temporada cheia de boa música, animação e moe. Este anime do estúdio Bones reabre mais um capítulo da história onde Midi City volta a estar sob perigo e onde é necessária a intervenção de Cyan, uma rapariga que é transportada para o mundo dos furries que vencem os mauzões com os poderes do amor e da música.

Sendo esta uma segunda temporada não existe muito falar sobre o seu guião pois é mais do mesmo para quem viu a primeira temporada. E para quem não viu, e para evitar spoilers, é um anime que tem claramente um carácter infantil mas, mesmo assim, próprio para qualquer adulto que aprecie uma história suficientemente composta que transmite valores iguais a alguns shounen como Fairy Tail, mas aqui cheia de moe e com um yuri muito subtil.

A animação é um tema que diverge muito de opinião para opinião, devido ao uso de CGI. Contudo, a minha permanece a mesma desde a primeira temporada, em 2015. Penso que a Bones faz um excelente trabalho na parte do CGI que, apesar de bastante simples, tem uma animação bastante fluída. O mais fantástico é que a animação está de tal modo bem feita que as personagens, na sua versão 3D, conseguem ser bastante expressivas mesmo com a ausência de boca e outros elementos que normalmente são utilizados para expressar os sentimentos dos personagens. No que toca ao 2D este também é bastante agradável com um traço bonito e uma paleta agradável de cores brilhantes.

Claro que a música é uma parte essencial desta série e aí não há muito que dizer. A banda sonora é bastante boa e não é apenas dirigida ao público mais infantil. Existem vários grupos musicais dentro do anime que tocam e cantam neste e que têm o seu álbum na vida real, para podermos continuar a ouvir mais dos nossos grupos preferidos. Devido à variedade de estilos que nos é demonstrado, passa a existir uma grande variedade de escolhas e é muito difícil não gostar de pelo menos um grupo (shingancrimsonz are the best).

Escrito por António Santos


12. WWW.Working

A A-1 Pictures trouxe-nos neste Outono mais uma temporada de Working!! Este era um anime bastante esperado por mim visto que adoro as séries “originais”. Infelizmente, ficou aquém das temporadas anteriores, não querendo isto dizer que seja uma má série, que não é.

Quem não viu as temporadas anteriores pode perfeitamente ver WWW.Working sem medo de perder alguma coisa. Esta temporada não tem nenhuma relação com as outras tirando o cenário que continua a ser o estranho restaurante Wagnaria e os seus funcionários. A sua premissa é a mesma: continua a ser uma comédia baseada no quotidiano dos funcionários do restaurante que parecem terem sido escolhidos a dedo pela sua personalidade “única”.

A maioria dos personagens são cópias dos seus predecessores (a Hana é o equivalente da Imari, a Yanagiba é praticamente a Yamada e a Kisaki é o Satou feminino) e mostram sempre algum traço que nos faça lembrar uma ou outra personagem das antigas temporadas. Apesar de tudo, existem duas personagens que são mais originais e que fazem a série valer a pena sendo elas a Muranushi e Adachi.

Esta temporada de Working investiu muito mais na parte do romance do que as anteriores… (será?) Bem, o que quero dizer na verdade é que esta temporada é muito mais direta a lidar com os romances entre personagens em comparação com as anteriores temporadas, que nos davam a entender as apaixonetas de cada um e depois o romance avançava muito mais devagar. Deixo à descrição de cada um para julgar o que é melhor. Pessoalmente, sou um fã de fazer ships e ir desesperando à medida que o romance se vai desenvolvendo aos poucos em vez de “boom, romance”.

No campo da animação e dos visuais a qualidade está dentro da média. O desenho é bonito e a animação é fluída o suficiente para não causar danos visuais (mais uma vez penso que este foi um campo melhor executado nas temporadas anteriores). No campo da banda sonora não há nada a ressaltar a não ser o facto do opening não ter sido o que eu estava à espera, visto que estamos habituados a ter openings fantásticos nesta série.

Em conclusão, penso que é uma boa série mas está abaixo dos originais.

Escrito por António Santos


11. Bungou Stray Dogs 2nd Season

A aposta do estúdio Bones esta temporada foi Bungou Stray Dogs, que volta com mais ação e bastante mais shounen.

Começamos com uma alteração drástica de tom em relação ao que estávamos habituados, com a introdução do passado de Osamu Dazai, e a sua entrada na Armed Detective Organization. Estes episódios são muito mais sérios e dramáticos que a primeira temporada inteira, o que não ficou nada mal, a não ser pelo pequeno facto de terem  caído do céu aos trambolhões. O facto de Dazai ser um personagem que me apela muito pouco não ajuda.

Depois de 4 episódios de flashback voltamos ao presente, onde descobrimos que um enorme conflito está prestes a florescer, algo completamente diferente do que tínhamos presenciado até então. A misteriosa organização Guild aproxima-se com o propósito de esmagar não só a Armed Detective Organization e Port Mafia, mas a cidade inteira.

A história espirala fora de controlo à medida que inimigos mais fortes se atravessam no caminho dos nossos protagonistas, levando a power ups ao estilo shounen. É interessante ver a colaboração entre Port MafiaArmed Detective Organization, para variar. Contudo, como percebemos mais tarde, estava tudo planeado por Dazai e a sua rede de contactos, tirando um pouco da espontaneidade que algumas cenas poderiam ter.

A animação continua a ser um dos pontos forte do anime, principalmente nas cenas de ação, estilhaçando-se nas cenas de comédia (que graças a Deus não foram tão utilizadas esta temporada).

Recomendo a quem viu a primeira temporada e gostou, mas não muito mais, porque o drama e a tensão são bastante baratos sendo que sabemos sempre que os bons ganham no final.

Por MurasakiHime


10. To Be Hero

To Be Hero é uma série de shorts original do estúdio Haoliners Animation League e é dos animes que mais me surpreendeu esta temporada. Ao início surpreendeu-me logo pelo seu tema: uma comédia satírica sobre as séries e videojogos de super-heróis.

Este anime para além das suas referências a diversos elementos da cultura pop, tem uma comédia direta e bastante eficiente reforçada por um excelente trabalho da animação na demonstração de coisas como expressões corporais.

Também nos apanha de surpresa a sua história, algo que pensamos que é simplesmente aleatório mas vai progredindo cada vez com mais seriedade (sem abdicar da aleatoriedade e da comédia) e termina com uma surpresa que pode aquecer um pouquinho os nossos corações.

Os visuais são um pouco toscos mas isso é um ponto positivo e acaba por contribuir para o ambiente da série, e a animação é também bastante agradável.

Não há muito mais a dizer sobre To Be Hero pois não há muitas coisas para explicar sem se estragar a experiência de quem vai ver pela primeira vez. Só digo o seguinte: vão ver esta série que vai valer a pena.

Por António Santos


9. Gakuen Handsome

Dizer que este anime é estranho é um eufemismo! Gakuen Handsome é uma adaptação de uma Otome Visual Novel (cujos géneros incluem comédia, paródia e shounen ai) pelo Estúdio Team YokkyuFuman, que parece ser constituído por um bando de crianças de 12 anos a brincar no Paint

Apesar da história ser praticamente inexistente, a short series acompanha o jovem Yoshiki Maeda na sua jornada numa nova escola para rapazes. Ao longo dos episódios, acompanhamos diversos eventos na escola e/ou que resultam da interação de Maeda com os outros alunos e professores.

Este foi dos animes com os quais mais me diverti esta temporada. Contudo, admito que o humor e o tipo de arte podem não ser para todos. A minha recomendação é tentarem ver um ou dois episódios (é um short, cada episódio tem 3 minutos! Ninguém morre.) e depois decidirem por vocês.

Por MurasakiHime


8. Udon no Kuni no Kiniro Kemari

Udon no Kuni no Kiniro Kemari é um estilo de anime que parece estar a popularizar-se recentemente: trata de um adulto com remorsos ou problemas, que encontra um rumo na sua vida depois de conhecer e interagir com um ser mágico chamado “criança”. Estas “crianças” são por norma criaturas curiosas e cheias de vida, que trazem luz e alegria aos nossos adultos perdidos.

No caso deste anime em particular temos Tawara Souta, no papel de adulto deprimido, que volta à sua vila natal aquando da morte do seu pai, com o qual perdera contacto. Souta arrepende-se de ter abandonado o restaurante de Udon da família para ir trabalhar para Tóquio, deixando a relação com o seu pai em farrapos.

Para fazer toda a tristeza desaparecer, Souta conhece Poco, um pequeno rapaz (que é na verdade um guaxinim mágico) que rapidamente se afeiçoa a Souta, deixando-lhe sem alternativa a não ser tomar conta do rapaz e proteger o seu segredo.

O leque de personagens secundárias são uma delícia, desde a irmã de Souta até ao monge do templo da vila (que tem um part-time como DJ?). As interações entre as personagens são o coração do anime, sendo que a maior parte delas são feitas através de Poco. A forma como observamos lentamente os adultos a crescerem mais do que as crianças através de comunicação e confiança é esplêndida, sendo este um dos pontos fortes do anime. 

A animação é banal, mas a utilização de tons pastel e contornos coloridos dá-lhe uma sensação mais viva do que o costume. A banda sonora também não tem grandes coisas que se lhe digam.

Ótimo para quem gostou de Amaama to Inazuma, da temporada passada, apesar de Poco agir um pouco menos como uma criança (talvez porque na realidade não é), é uma história enternecedora.

Escrito por MurasakiHime


7. Yuri!!! on Ice

A contribuição do estúdio Mappa para esta temporada foi Yuri!!! on Ice, um anime sobre patinagem artística e os seus atletas.

Começamos com a introdução do underdog de serviço, Katsuki Yuri, um patinador em fim de carreira (e no fim dos rankings em competições), que quase por milagre acaba a ter o seu ídolo, Victor Nikiforov, como seu treinador durante uma temporada com a promessa de ganhar uma medalha de ouro e sagrar-se campeão mundial de patinagem artística. A história rapidamente espirala em dimensão, introduzindo outros atletas, rivais e companheiros de Yuri, à medida que o par viaja pelo mundo de competição em competição.

Como sports anime que se preze, Yuri on Ice baseia-se muito em drama proveniente das personagens para criar tensão, sendo que nem sempre consegue o efeito pretendido. Grande parte das interações entre os personagens, tal como a dinâmica entre Yuri e Victor, ou entre qualquer um destes e Yuri Plisetsky (rival de Yuri pela atenção de Victor), é bastante genérica. A tentativa de introduzir um romance entre Yuri e Victor não funcionou muito bem, porque existe uma grande falta de comunicação entre os dois aos níveis mais básicos, onde o seu relacionamento se torna muito pouco credível.

Pondo de parte o subplot yaoi e as personagens desinteressantes e cliché, o que resta da série são momentos de animação espectacular, como no primeiro episódio, e muitos momentos de animação média/medíocre. A reutilização da animação dos programas em todas as competições não ajuda, sendo que ao fim de vermos a sequência uma ou duas vezes já conseguimos notar todos os frames em que as personagens têm uma visível derp face e/ou estão fora de modelo.

Estas falhas em animação não tiram crédito ao estúdio e aos animadores pelo estudo intensivo que fizeram de patinagem, uma vez que todas as apresentações são reproduzíveis na vida real. A atenção dada ao retrato realista do desporto é notável, contudo, suportado por uma narrativa e personagens tão fracos, Yuri on Ice não se aguenta nos próprios pés.

Uma segunda temporada foi anunciada no final do último episódio, contudo duvido que juntar mais lenha à fogueira mude muito a qualidade geral do anime.

Apesar de todos estes problemas, este foi um dos animes que mais deu que falar esta temporada – não sei se foi pela quantidade de fujoshis no tumblr a spammar Yuri on Ice ou pelo resto da comunidade ter ficado ofuscada com o primeiro episódio e ter ficado cega com os problemas que a série demonstrou ao longo da temporada.

Por MurasakiHime


6. Keijo!!!!!!!!

Keijo!!!!!!!! (com 8 pontos de exclamação porque esta temporada já tem muitos títulos com pontos de exclamação) é um anime que esteve na ribalta e no centro de muita controvérsia, em grande parte devido ao novo nível a que levou animes de fanservice.

Para quem não sabe, Keijo é adaptado de um mangá cuja história retrata um desporto que é basicamente wrestling feminino mas em que apenas se pode fazer contacto com o rabo e o peito, ou seja, é a fórmula perfeita para uma série justificar o seu fanservice. Keijo é também um sports anime e um shounen até certo ponto, uma vez que cada rapariga tem uma série de ataques especiais que rondam o sobrenatural, e que as batalhas são sobre-analisadas por terceiros, de modo a explicar as habilidades à audiência. É tipo Naruto, mas em vez de ninjas temos raparigas jeitosas a lutar numa pequena arena flutuante, sendo que apenas dão “mamadelas” e “rabadas” umas às outras.

Inicialmente, acompanhamos um grupo de raparigas que acabou de ingressar na academia Setouchi com esperanças de se tornarem “jogadoras” profissionais de keijo, especialmente a nossa protagonista, Kaminashi Nozomi. Durante alguns episódios temos um clássico torneio de classificação para colocar as alunas em classes, servindo como uma introdução rápida ao desporto, passando depois para uns episódios de campo de treino, em que cada uma das jovens desenvolve as suas capacidades. De modo a encerrar o ciclo de treino, temos um campeonato contra uma outra escola, a academia Suruga, onde as nossa beldades têm oportunidade de mostrar o resultado do seu treino.

Seriamente falando, Keijo é um anime completamente banal, com baixa qualidade de animação, que muitas vezes resulta em personagens deformadas e fora de modelo. Contudo, numa altura em que a indústria está tão saturada de slice of life e contos de underdogs e super heróis, Keijo é como uma brisa fresca numa tarde de verão. A forma como aborda fanservice quase que faz com que este pareça menos importante e salte menos à vista. As personagens estão tão à vontade que por momentos quase nos esquecemos o quanto fanservice está em cada frame de um episódio. Outra coisa que funciona muito bem é o quão sérias as personagens são acerca do desporto, somando à piada de ver um episódio repleto de coisas estúpidas, mas que são levadas super a sério.

A somar a este conceito, já de si estranho, Keijo contém uma série de referências muito pouco subtis a diversas séries famosas, como Beyblade, Attack on Titan ou Fate/Stay Night.

Recomendo a toda a gente que se quer divertir um bocado, mas que não se importa de ver um bocado de mamas e rabos a desafiarem as leis da física. Reconheço que não será um anime para todos, principalmente para raparigas (cuja tolerância ao fanservice é normalmente mais baixa), mas como membro do sexo feminino vejo em Keijo um dos animes com os quais mais me diverti ao longo da temporada, nunca tendo problemas com o fanservice.

Por MurasakiHime


5. Fune wo Amu

Fune wo Amu é fantástico. Este anime do estúdio Zexcs pega numa coisa tão simples e aparentemente aborrecida e injeta-lhe uma grande dose de paixão e dedicação, que é das coisas mais agradáveis de se ver. Na verdade, penso que é bastante complicado pôr por palavras o que se sente quando se vê Fune wo Amu, mas é sem dúvida um dos melhores animes desta temporada.

A série conta-nos a história de Majime, um nerd das palavras e que depois de descobrirem o seu talento convidam-no a participar na criação de um dicionário. A partir daí o anime vai-nos mostrando o percurso da criação de um dicionário com todas as suas etapas e dificuldades enquanto nos vai também mostrando de relance vários momentos sobre as vidas de cada uma das pessoas envolvidas.

Algo que costuma ser mal interpretado é o tema do anime. O anime é sobre Majime e o processo de criação do dicionário e não é propriamente um anime sobre a vida pessoal de Majime. Essa má interpretação pode levar a alguns momentos menos agradáveis para quem está à espera de uma certa resolução de como o anime deveria progredir.

Mesmo assim, o anime mostra-nos um mundo bastante realista protagonizado por diversas personagens com diferenças de idade e de personalidade, mas que partilham todos de uma devoção ao seu trabalho. O anime mostra alguns valores importantes para se viver numa sociedade saudável e é bastante relaxante ver esta série em que (quase) tudo se passa numa calmaria anormal pois o tempo vai passando e a devoção e o amor dos bons profissionais nunca morre.

Em termos de animação e de som este anime tem uma boa qualidade mas, apesar de tudo, não apresenta algo de extraordinário.

É uma belíssima série cheia de bons momentos e que entra para a lista dos animes que se vêem para relaxar depois de um dia intenso de trabalho.

Por António Santos


4. Haikyuu!!: Karasuno Koukou VS Shiratorizawa Gakuen Koukou

A Production I.G. volta com mais uma temporada de Haikyuu, desta vez dedicando uma temporada inteira (10 episódios, mas continua a contar como uma temporada) a um único jogo.

Chega de gastar tempo a treinar! Chegou a altura dos rapazes da Karasuno defrontarem a temível equipa Shiratorizawa, e o seu capitão, Ushijima Wakatoshi, um dos melhores jogadores do escalão em todo o Japão.

 Esta terceira temporada de Haikyuu eleva ainda mais a intensidade e impacto do franchise, aumentando a qualidade de animação e fluidez das sequências.  Arrebatando em termos técnicos, é, contudo, a sequela que mais se afasta do que a história era inicialmente: um conjunto de jovens normais que apenas gostavam muito de vólei, e que davam o seu máximo, tomando partido dos pontos fortes e fracos de cada elemento da equipa.

Esta fina linha de realismo quebra-se esta temporada com a introdução de Satori Tendou, que possui instintos que se aproximam do sobrenatural, dando o poder de praticamente prever o que os adversários vão fazer. Como jogadora de vólei, apreciava bastante o toque realista que a série tinha, um dos pontos que o diferenciava de todos os outros anime de desporto que, associado ao cuidado com a parte técnica do desporto, tornavam Haikyuu um anime em que o próprio desporto era o protagonista, impondo limitações aos personagens, e não o inverso (não que se tenha perdido essa parte, mas não senti tanta ligação nesse sentido como com as outras temporadas).

Para quem não seguiu a série até agora este não é um bom sitio para começar pois, como referi, o facto da temporada se focar apenas num jogo requer que já conheçamos as personagens e o que os adversários representam, porque esta temporada vai saltar direta para a ação sem se preocupar se o espectador está pronto ou não.

Por MurasakiHime


3. Hibike! Euphonium 2

Hibike! Euphonium chegou a uma conclusão esta temporada, terminando a jornada da banda da escola Kitauji Koukou.

Eu não sou dos maiores fãs de animes do estúdio Kyoto Animation, contudo Hibike é de longe o meu favorito. Talvez seja devido ao contexto musical no qual me revejo bastante, ou pelos undertones de yuri (quem sabe), mas Hibike funciona melhor como história do que as mil adaptações de visual novels da Key, e de light novels (que depois resultam em animes como Kyokai no Kanata ou Musaigen no Phantom World) que deram fama ao estúdio.

Quem viu a primeira temporada pode esperar uma produção igual ou mesmo melhor, quer em termos de qualidade de animação quer de direcção de som. Mas nada menos seria de esperar de um estúdio tão consistente com Kyoto Animation.

A história continua no ponto em que a primeira temporada deixou, após a banda se ter qualificado para o campeonato nacional ao ganhar o concurso distrital. À medida que o tempo para o concerto final diminui, aumenta a tensão entre os membros, acabando por afetar a dinâmica da banda com um todo. O taboo sobre os eventos do ano passado que levaram à desistência da maior parte dos alunos do segundo ano volta à tona, causando bastante turbulência na banda. Ao mesmo tempo, problemas pessoais afetam a dedicação de Asuka à banda, levando Kumiko a envolver-se e finalmente descobrir o que está escondido por detrás da máscara da vice-presidente do clube.

Os últimos episódios (principalmente o último) tentam puxar o sentimento um pouco de mais, indo buscar coisas à temporada passada e tudo, mas mesmo assim foi um final bastante satisfatório, no qual vemos o quanto as personagens cresceram.

Incrivelmente executado, Hibike! Euphonium 2 encerra a série de forma incrível, apoiado em incrível direcção e animação, solidificando o seu lugar como um dos melhores animes dos últimos anos. Recomendo a todos que gostem de música e de boa animação, e também a fãs do estilo de Kyoto Animation, um dos estúdios na frente da moda moe e no que parece ser o novo estilo de desenho (backgroundcharacter design) e animação.

Por MurasakiHime


2. Occultic;Nine

Do criador de Steins;Gate e Robotics;Notes, temos a adaptação da A-1 Pictures de mais uma light novel com ; no título: Occultic;Nine.

Como o nome sugere, Occultic;Nine trata do oculto pelos olhos de nove diferentes personagens, à medida que estranhos eventos acontecem em Kichijoji, após o que parece ser um suicídio em massa de 256 pessoas. A história é um pouco frenética e cheia de voltas e reviravoltas, por isso deixarei a sinopse simples de modo a não spoilar ninguém acidentalmente.

Uma das coisas de que este anime, para o bem ou para o mal, dependendo de preferência pessoal, é tentar compactar o máximo de informação possível em cada episódio, chegando ao ponto de adaptar um volume inteiro em apenas um episódio (o primeiro), quando por norma se adapta um volume de light novel em 3 ou 4 episódios. Por isto, o diálogo e as transições são super rápidos, gastando pouco tempo em coisas que não interessam. Sem pausas nem tempos mortos (a não ser que seja propositado, de modo a criar suspense, com acontece em algumas cenas mais para a frente na história)! Quem acompanhou, muito bem; quem não, vejam o episódio mais tarde.

De modo geral, a história é bastante interessante, apesar de ser pouco credível de vez em quando (mas estamos a falar de coisas do oculto, a falta de credibilidade é um dos argumentos que as próprias personagens levantam).

A animação é de longe a melhor parte do anime, quer em termos de direção, character designs ou a animação propriamente dita. A utilização de filtros de cores e alteração das paletes entre frames na mesma cena criam uma atmosfera desconcertante. Isto, somado aos estranhos ângulos de câmera utilizados (não estou a falar de panty shots, mas sim de genuínos ângulos de câmera como vermos uma cena torta, ou de cabeça para baixo) cria uma experiência de visualização bastante única e dinâmica.

Recomendo não só a fãs dos trabalhos deste autor, mas a fãs de boa animação e de sci-fi em geral, pois dentro de tudo o que é abordado neste anime deve haver algum tema que vos satisfaça.

Por MurasakiHime


1. Flip Flappers

O Studio 3Hz trouxe-nos esta temporada um anime que mais parece saído do estúdio Trigger (ou do estúdio Gainax antes de grande parte do staff se ter mudado para formar o estúdio Trigger).

 Flip Flappers conta-nos uma história que parece um conto de fadas, ao mesmo tempo que incorpora elementos e referências de diversos contos de fadas clássicos (desde de referências diretas a histórias como Alice no País das Maravilhas e Hansel e Gretel, como referências mais livres de outros contos como Cinderela, Gundam ou mesmo Star Wars – não são contos de fadas mas são clássicos). O facto de ser uma história original em vez de uma adaptação nota-se, sendo refrescante ver algo que consegue fugir à norma em muitos aspectos, ao mesmo tempo que mantém ligação com os géneros que tenta reproduzir e nos quais se tenta integrar.
Conhecemos Cocona, uma rapariga aparentemente normal, que certo dia conhece Papika, uma excêntrica bola de energia positiva na forma de uma rapariga que arrasta Cocona para um mundo mágico, onde a aventura não tem fim, chamado Pure Illusion. A partir daqui, o conceito de Flip Flappers começa a ficar um estilo mais dark mahou shoujo: uma vez dentro de Pure Illusion, as raparigas devem encontrar fragmentos de algo chamado amorphous, convencidas de que isso lhes concederá desejos. Como é típico neste tipo de narrativa, nem tudo é o que parece, e praticamente todos têm segundas intenções acerca do envolvimento de Cocona, criando belos momentos de tensão e drama ao longo da série.

Em termos de personagens, diria que Flip Flappers consegue ter um bom desenvolvimento do seu cast de modo a que, sem serem intensamente desenvolvidos, todas as personagens surgem naturalmente, tendo motivações e personalidades definidas desde o início, dando a sensação de que já existiam antes de nós começarmos a observar este mundo. As interações são, em grande parte, o ponto forte da série, sendo a criação de relações e aprender a confiar nos outros mesmo quando parece que estão contra nós um dos obstáculos que Cocona enfrenta (e uma das lições da série). A fórmula mahou shoujo não pára aqui, por diversas oportunidades vemos as personagens a transformarem-se, alterando a sua aparência física drasticamente, enquanto utilizam um “gatilho” (neste caso, amorphous) que se alimenta de, neste caso, amor e confiança para conceder às raparigas super poderes e armamento.

No campo técnico Flip Flappers foi uma surpresa. Não esperava esta qualidade de animação e som de um estúdio como 3Hz, estando esta temporada ao nível de A-1 Pictures (Occultic;Nine) e diria mesmo Kyoto Animation (Hibike Euphonium 2) graças a um estilo vibrante, em constante mudança, que compensava com puro sakuga a falta de pós-produção que animes como Hibike têm.

Altamente recomendado a praticamente toda a gente. É uma história muito diversa, tendo um pouco de tudo, e, assim, agradando a muitos. A animação sozinha já vale a pena a recomendação, somada à adorável história e personagens temos um forte candidato ao melhor anime do ano.

Por MurasakiHime


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